como suportar finais tão tristes
encarar a solidão em riste?
esqueci de aprender a cair
e voar fora o único desejo
quando tantos pés nesse mundo eu vi
entretanto,
o solo traz tamanho incômodo
que preciso sair deste encanto
buscar o centro, sustentar o meneamento
encontrar de volta o eixo
por movimento torpe levanto
pé ante pé pelas mãos
e sobre o corpo pensamento absorto:
no peso reside a densa beleza
de escapar por entre os dedos da tristeza
se não esbarro em respostas
sei que delas não hão amostras
deixo o grito ecoar no vazio
ressoar no negrume daquilo que não vejo
pois basta por ora
viver a vida sem deixa-la ir embora
arte, cultura, baboseiras, relíquias por aí. saber o que é não importa, só é preciso mexer.
terça-feira, 28 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Pelica
Por favor, me mostre paixão.
Diga-me que seu desejo é tão intenso
Que não cabe em corpo tamanha emoção
O que move sua alma pra frente,
Pra qualquer direção?
Não, não me conte
Não preciso saber do que sente
Somente que existe sangue em suas veias
Fervor e momentos de ação
Por favor,
Mostre-me sua existência
Para que resista em meu coração.
Diga-me que seu desejo é tão intenso
Que não cabe em corpo tamanha emoção
O que move sua alma pra frente,
Pra qualquer direção?
Não, não me conte
Não preciso saber do que sente
Somente que existe sangue em suas veias
Fervor e momentos de ação
Por favor,
Mostre-me sua existência
Para que resista em meu coração.
Assinar:
Postagens (Atom)