Tenho de ti uma névoa madrugada
Mãos pelos cabelos lisos e grossos
Estado de estar escondido no meio da multidão
Pouco e muito tenho de ti
Guardo-te ainda em nenhuma caixa
Penso que não caberias
Nem dentro daquele apartamento pouco mobiliado
Onde tanto intenso se circunscreveu
Por aquilo que acho pradaria onde passo
Lembro teus olhos refletidos atrás dos meus
Estavas invertido
Eu pensando ser meu erro o que era crasso
Não te culpes, bem amado,
A distância semi-imposta estava à revelia dos fatos
Quis entrar nos teus espaços
Assim como depois entraria no meus
Ainda és bruma, não te conheço nem o mínimo
possível para amá-lo como se fosses
aquele que povoa minha mente
Num noitedianoite incansável
Me afasto, porque é o óbvio a fazer
Mas vens inacessível, uma frase
Um colapso
Tudo se esparrama ao menor contato
Ainda assim...
Num tudonada diferente em mim...
Nenhum outro imã me veste como o teu
arte, cultura, baboseiras, relíquias por aí. saber o que é não importa, só é preciso mexer.
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sábado, 10 de janeiro de 2015
domingo, 7 de setembro de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Rebel
Transeunte das tardes tão frias
Se sacodem os cabelos rebeldes
Não há controle na intensidade que emana
A cada fio rebolante, todos os lados
Que são ângulos curvilíneos
Os desenhos no espaço
É sabido, é visível
Cada faísca de desejo bruxoleando
Ao olhar nos teus olhos,
Encoberta tua tempestade de areia,
Sinto que estás inflamando
There is something, there is something...
Identificação desnecessária, sei quem tu és
Cabelos rebeldes, fogo nos pés
A cada labareda te revelas
Completamente tangível e tangente à incoerente realidade
22/04 - 12h19
Se sacodem os cabelos rebeldes
Não há controle na intensidade que emana
A cada fio rebolante, todos os lados
Que são ângulos curvilíneos
Os desenhos no espaço
É sabido, é visível
Cada faísca de desejo bruxoleando
Ao olhar nos teus olhos,
Encoberta tua tempestade de areia,
Sinto que estás inflamando
There is something, there is something...
Identificação desnecessária, sei quem tu és
Cabelos rebeldes, fogo nos pés
A cada labareda te revelas
Completamente tangível e tangente à incoerente realidade
22/04 - 12h19
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