quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Dearest friend

Quando duas almas complementares se encontram, não há distância ou tempo que as separem. Pois o amor entre elas se manifesta por um espectro de tamanho colorido que a compreensão de um sem o outro se torna impossível.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Mais um inacabado

Dois
Escorregando entre os dedos dos sentimentos incertos
Um
Anseio carregado de rompantes de ansiedade
Pois o silêncio do olhar é um refúgio natural
e se a entrega me parece consequente
Dois, quente
A sutileza dos instantes define o que vem adiante
(esperança), um ou dois

Doce é a poética do desejo
Escancarada a cada gesto recheado de ardor
Palavra cuja rima perigosa de ser revelada
Define a tensão sobre tudo o aquilo que é sincero

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Enfim, o que é daquilo que poderia ter sido

Se me esqueço da complexidade de escrever
rapidamente me volta a memória você
tradução insuficiente de sutileza sobre si,
não há nada que te descreva

Mais que tempo,
Música ou lembrança
Mantenho sua existência guardada
Quando momentos transformaram-se em anos

E até hoje,
Pessoa alguma no mundo
Me inspira e me toca em profundo
com a clareza do teu olhar
mesmo que seja distante
na memória,
na palavra,
no minuto em que não fomos amantes

Seria um presente
se minhas palavras, coisas faladas
aproximassem a deliciosa sensação
de te ter como inspiração

domingo, 9 de junho de 2013

Ansiedade

Qualquer lugar
Onde eu possa me abandonar
qualquer droga
que me faça esquecer essas horas
qualquer coisa
cuja beleza me aproxime do encanto
de viver mais do que ricos minutos de espanto

Coisa qualquer
que me entorpa
que me drene
Qualquer
que me lembre
que se pode sentir
Suficiência qualquer

Quero qualquer palavra
Que me aproxime
de onde o rio das paixões deságua...

Versinhos [2]

Em mim há tanta poesia
que se saísse eu nadaria
por mar de cana, pradaria
até o oriente

sábado, 8 de junho de 2013

Re-verso

Quem dera resgatar os minutos
Os segundos seguidos dos risos e dos beijos
Saudade que vem sem endereço
Do que me fugiu no coar dos momentos

Passa o tempo,
conta a história
No vazio do vento
larguei a memória






Ando cheia dos versinhos.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Sobre a foto de Suellen

te vejo tão triste, pendurada nessa janela deixando a vida escorrer no horizonte
estás tão distante que o olhar que te faz ainda mais bela enxerga a lonjura e segreda a beleza defronte
do alto da cidade vento nenhum te congela; aferventa a procura pela paixão de existir
e existe, assim, tão bela, diante da tua janela...




Para Susie, minha amiga linda.