Entre num balão, pra subir bem alto
Que toda queda é passageira
E o certeiro feito a morte só atinge uma vez
Entre num carro, última velocidade
Se o vento arranca os cabelos
A emoção está por vir, corpo contra o banco, pé contra o pedal
Entre em ou na forma.
Não seria mais fácil que lidar
com as pequenas destruições do dia a dia?
O que é mais fácil? Pular de um precipício
Mergulhar até o fundo do mar?
"Tudo eventualmente volta rastejando para casa".
E cadê você, onde está?
Se embrenhando entre arbustos
Só o olhar amedrontado aparece. Está escuro, não te veem.
Não sei o que vai ser daqui pra frente
Depois de tantas tentativas latentes
Pequenas mortes
Entre aqui, entre lá.
Agora que saí, ou nunca entrei
Resta apenas o in between.
O que fazer?
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remexe ae...